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Covid-19: Pinda reduz idade para segunda dose dos idosos com AstraZeneca; confira demais públicos

Foto: divulgação/Assessoria de Imprensa

Primeira dose

• Pessoas com comorbidades e deficientes permanentes graves cadastrados no BPC e com 40 anos ou mais; transplantados, pessoas com síndrome de down, pacientes em hemodiálise com 18 anos; e idosos com 60 anos ou mais serão vacinados no período da manhã (8 às 11 horas), no Centro Dia do Idoso (Vila Rica), CIAF (Saúde da Mulher), CISAS (Moreira Cesar) e PSF Nova Esperança (Araretama) e UBS Ipê II.
• Os profissionais de saúde, trabalhadores de clínicas e consultórios (técnicos e de apoio) e que possuam 47 anos ou mais, e os motoristas e cobradores do transporte público são vacinados de segunda a sexta-feira, das 8 às 11 e das 13 às 16 horas, no Shopping Pátio Pinda.
• Gestante e puérperas com comorbidades a partir de 18 anos são vacinadas no Bosque da Princesa (8 às 11 horas e das 13 às 15 horas) e nas UBS Ipê II e UBS Bem Viver (13 às 15 horas)

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Segunda dose
• Idosos com 77 anos ou mais que receberam a AstraZeneca/Fiocruz vão receber a segunda dose das 13 às 15 horas no Centro Dia do Idoso (Vila Rica), CIAF (Saúde da Mulher), CISAS (Moreira Cesar) e PSF Nova Esperança (Araretama).
• Profissionais da educação, idosos com 64 anos ou mais que receberam a Coronavac/ Butantã serão imunizados no Bosque da Princesa (8 às 11 horas e das 13 às 15 horas) e nas UBS Ipê II e UBS Bem Viver (13 às 15 horas).

Atenção para regras gerais e específicas

• Todos precisam levar um documento de identificação (RG ou CPF), comprovante de endereço e o termo de vacinação preenchido (disponibilizado no site da Prefeitura). Originais e cópias
• Os trabalhadores de clínicas, consultórios e profissionais de saúde precisam levar cópia do holerite dos dois últimos meses e do contrato de trabalho. Os que já receberam a primeira dose na data anterior devem seguir a data anotada na carteirinha para a aplicação da segunda dose.
• Pessoas com síndrome de down, pacientes renais em tratamento de diálise (Terapia Renal Substitutiva) e transplantados em uso de imunossupressores precisam apresentar laudo médico referente ao tratamento/diagnóstico. Para os últimos, também é recomendável a apresentação de receita médica do medicamento imunossupressor em utilização pelo paciente. Originais e cópias
• Qualquer pessoa com comorbidades e que integre os grupos anunciados deve apresentar comprovante da condição de risco por meio de receitas, relatório ou prescrição médica. Os cadastros previamente existentes em Unidades Básicas de Saúde (UBS) também podem ser utilizados. Originais e cópias
• A orientação vale tanto para as pessoas na faixa etária quanto para as pessoas com down, em hemodiálise e transplantados.
• As grávidas e as puérperas precisam levar documentos/declaração sobre o grupo que pertence, além de documento médico referente à sua comorbidade.
• As pessoas com deficiência permanente precisam apresentar o comprovante do recebimento do Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC).
• Os trabalhadores da Educação devem se cadastrar no VacinaJá Educação. Um link é enviado ao e-mail indicado para validação e continuidade do cadastro. Após a conclusão, cada pessoa recebe um comprovante com QRCode para verificação de autenticidade, que deve ser apresentado no posto de vacinação juntamente com RG, CPF e comprovante de endereço. Caso a pessoa não localize o QRCode no e-mail, também é possível gerar o comprovante por meio do site, digitando o CPF e imprimindo o documento.
• Os funcionários das empresas vinculadas à Secretaria de Transportes Metropolitanos receberão um e-mail, enviado pela Prodesp, com um QRCode que servirá de comprovação para ser vacinado, junto com uma identidade funcional e documento pessoal.

As comorbidades definidas pelo Governo são: insuficiência cardíaca, cor-pulmonale e hipertensão pulmonar, cardiopatia hipertensiva, síndrome coronariana, valvopatias, miocardiopatias e pericardiopatias, doença da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas, arritmias cardíacas, cardiopatias congênitas no adulto, próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados, diabetes mellitus, pneumopatias crônicas graves, hipertensão arterial resistente, hipertensão arterial estágio 3, hipertensão estágios 1 e 2 com lesão e órgão alvo, doença cerebrovascular, doença renal crônica, imunossuprimidos, anemia falciforme, obesidade mórbida, cirrose hepática e HIV.