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Em ação conjunta, polícias Civil e Militar autuam 16 pessoas durante megaoperação na Cracolândia

((Foto: divulgação/Polícia Civil)

A operação, realizada em conjunto com a GCM e Secretaria Municipal de Segurança Pública, cumpriu com mandatos de busca e apreensão

A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta quinta-feira (5), um mandado de busca e apreensão em um espaço que é utilizado para atendimento social de usuários de drogas na região da Cracolândia, no centro da capital. O local é usado por traficantes para o comércio de droga.

((Foto: divulgação/Polícia Civil)

As atividades de campo foram deflagradas após meses de investigações da 6ª Delegacia da Divisão Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc).

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Os trabalhos contaram com apoio da Guarda Civil Metropolitana, da Secretaria de Segurança Pública Municipal e Polícia Militar de São Paulo. Ao todo, 220 profissionais foram empenhados na ação, que resultou na apreensão de dinheiro, pratos usados em barracas durante o fluxo, sete quilos de drogas, malas e ursinhos, onde os traficantes implantavam os entorpecentes e outros objetos.

Mais de 50 pessoas foram abordadas e conduzidas até a delegacia para serem ouvidas. Do total, 16, incluindo dois adolescentes, foram autuados em flagrante. O trabalho de identificação continua com foco na inteligência, filmagem e identificação de traficantes que atuam diariamente na região.

A polícia identificou que os criminosos comercializavam drogas na Alameda de Bueno e quando tinham que regressar para Cracolândia burlavam a revista que, diariamente, era feita pela GCM, na rua Helvetia, ingressando nas instalações com os entorpecentes.

Segundo apurado, eles fizeram um buraco no muro para conseguir entrar pela Rua Dino Bueno, passar pelo equipamento e chegar até o local onde comercializam as drogas. “Além disso, vários traficantes no momento de burlar as revistas introduziram as drogas em mochilas e sacolas práticas, o que constitui a investigação em realizar filmagens no dia-a-dia, na rotina”, explicou o delegado Carlos Battista.