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Campanha de Vacinação contra o Sarampo segue até o dia 31 de outubro

(Foto: divulgação/Assessoria de Imprensa)

A Campanha de Vacinação contra o Sarampo foi prorrogada até o dia 31 de outubro, em todo o estado de São Paulo. O objetivo é aumentar a cobertura vacinal em adultos na faixa de 30 a 49 anos, mas também é uma oportunidade para colocar em dia a situação vacinal de crianças de 6 meses a adultos de 29 anos. A vacinação é gratuita e é necessário apresentar a carteira de vacinação.

Pindamonhangaba recebeu, em julho, 38.200 doses da vacina e, até o momento, vacinou apenas 5.803 pessoas. Todas as unidades de saúde da cidade (com exceção do PSF Maricá e PSF Bonsucesso) estão realizando a vacinação, das 8 às 11h30 e das 13h às 16h, incluindo o CIAF (Rua João Gama, 15, Vila Bourghese).

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Todas as unidades mantêm protocolos de segurança para profissionais de saúde e pacientes como o uso de máscara, que é obrigatório. Os profissionais também orientam os pacientes para manter a organização da fila e do ambiente, visando à prevenção da COVID-19.

As doses da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba, continuarão sendo aplicadas neste grupo de forma indiscriminada, ou seja, estas pessoas deverão receber um reforço mesmo que já tenham as duas doses completas na carteirinha.

Já para a faixa de crianças de 6 meses a adultos de 29 anos, o profissional de saúde avalia a situação vacinal e, se preciso, aplica a dose para os casos que ainda não tiverem o esquema de imunização completo.

A vacina é contraindicada para bebês com menos de 6 meses, bem como para pessoas imunodeprimidas e gestantes.

O Ministério da Saúde tem alertado a população quanto à importância da vacinação contra o sarampo, mesmo com a pandemia da Covid-19 em evidência no país. O sarampo é uma doença grave e de alta transmissibilidade. Uma pessoa infectada pode transmitir para até outras 18 pessoas. A disseminação do vírus ocorre por via aérea ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Neste caso, não é necessário o contato direto porque o vírus pode se disseminar pelo ar a metros de distância da pessoa infectada.