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Batalhão Borga Gato da início ao curso de operação e manutencão do robô EOD tEODor

(Foto: divulgação/Assessoria de Imprensa)

O 2° Batalhão de Engenharia de Combate, “Batalhão Borba Gato”, deu início, no dia 14 de setembro, à preparação de uma nova turma do curso de operação e manutenção do robô de desativação de artefatos explosivos, modelo tEODor.

(Foto: divulgação/Assessoria de Imprensa)

A formação habilita os militares a realizarem operações de desativação de artefatos explosivos (DAE) com o Robô tEODor, missões que requerem um alto grau de especialização e conhecimentos sobre o combate não convencional.

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Esse é um dos cursos desenvolvidos pelo Destacamento Especial de Engenharia para Desativação de Artefatos Explosivos (Dst Esp E DAE), do 2º Batalhão de Engenharia de Combate, que brindam a essa organização militar de engenharia de combate um forte incremento na manutenção de sua capacidade para atuação em missões do tipo EOD (Explosive Ordnance Disposal).

O início do curso foi marcado por uma formatura geral, onde o Comandante do Batalhão destacou a importância do curso para o Exército Brasileiro e para o Brasil de forma geral, em razão dos desafios do mundo contemporâneo.

O Robô

(Foto: divulgação/Assessoria de Imprensa)

O robô tEODor pesa 370 quilos e é capaz de erguer cargas de até 100 quilos e capacidade de arrasto de um veículo tipo “pickup” através de seus engate reboque. O robô é equipado com diversos acessórios, que entre eles se destacam: um aparelho inibidor de sinal, um aparelho de Raio X, um canhão disruptor de água e ferramentas de acesso, como uma uma arma de calibre 12, que pode realizar o arrombamento de portas. As quatro câmeras acopladas ao equipamento permitem que as operações aconteçam mesmo que o robô não esteja no campo visual do operador. O painel de controle do equipamento pode ficar até a um quilômetro de distância do local da operação.

(Foto: divulgação/Assessoria de Imprensa)

O robô é movido a bateria e têm autonomia de oito a 12 horas de trabalhos ininterruptos.