Início Vale do Paraíba Cinco mulheres são barradas com ilícitos em presídios de Taubaté e Caraguatatuba

Cinco mulheres são barradas com ilícitos em presídios de Taubaté e Caraguatatuba

(Foto: Divulgação/SAP)

Cinco mulheres foram barradas com material ilícito na portaria de presídios de Taubaté e de Caraguatatuba no último domingo antes da virada de ano, dia 29 de dezembro. Ao todo, foram apreendidos quase 290 gramas de entorpecentes, além de droga sintética e um celular. A informação foi divulgada pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).

No Centro de Detenção Provisória “Dr. Félix Nobre de Campos, o CDP de Taubaté, a esposa de um preso foi barrada ao acionar o alarme do portal detector de metais. A visitante, de 43 anos, carregava um celular dentro da vagina, além de embalagem com LSD escondidas no sutiã. O material foi retirado espontaneamente em local reservado.

Publicidade

Ainda no domingo, quatro mulheres foram flagradas com maconha no Centro de Detenção Provisória “Dr. José Mariz de Oliveira”, o CDP de Caraguatatuba.

Durante a manhã, duas jovens foram frustradas ao tentarem entrar com a erva escondida no cós da calça. O volume suspeito na roupa das infratoras chamou a atenção das servidoras responsáveis pela revista dos visitantes. Uma delas, de 20 anos, trazia 48 gramas da droga, enquanto que a outra, de 18 anos, carregava 40 gramas do entorpecente nas vestes.

(Foto: Divulgação/SAP)

Mais tarde, por volta das 14h, a companheira de um detento foi surpreendida ao passar pelo escâner corporal com um invólucro com maconha dentro da vagina. A mulher de 22 anos trazia 99 gramas da erva no corpo. Outra infratora, mãe de um preso, foi flagrada com a mesma estratégia. A suspeita, de 50 anos, carregava 100 gramas de maconha no órgão genital.

(Foto: Divulgação/SAP)

As cinco infratoras, do CDP de Taubaté e do CDP de Caraguatatuba, foram encaminhadas para a Delegacia de Polícia, onde foram lavrados os Boletins de Ocorrência, e tiveram seus nomes suspensos do rol de visitas da SAP. As direções das unidades prisionais enviaram comunicados para a Vara de Execuções Criminais, além de instaurarem Procedimento Disciplinar Apuratório.