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Sesc Taubaté oferece atividades sobre cinema, universo Geek e cultura Afro-brasileira neste sábado

(Foto: divulgação/Assessoria de Imprensa)

O Sesc Taubaté recebe no sábado (24), a parte itinerante do Cinefest Gato Preto, serão três atividades que acontecerão ao longo do dia. O Gato Preto é um festival de curtas-metragens brasileiros que acontece em Lorena, na Unifatea, desde 2005, com sessões de filmes, oficinas e debates.

O festival se destaca por dividir as sessões competitivas por área do cinema e convidar participantes para comentar cada uma das sessões.

Fazendo parte do festival, às 10h ocorre a oficina Cinema da Escuta, com Victor Fisch, diretor e curador do Cinefest Gato Preto, formado em Cinema pela FAAP e Mestre em Roteiro pela EICTV (Cuba). A partir dos conceitos de Eduardo Coutinho, que realiza um documentário que busca “compreender a razão do outro”, esta oficina se propõe a ser uma reflexão sobre nossa abordagem empática. As estratégias para realizar uma entrevista em um documentário e os pensamentos de um filme documental partem de uma ética de vida: se colocar no lugar do outro. Para participar o interessado deve se inscrever na Central De Atendimento gratuitamente, as vagas são limitadas.

Em seguida, às 10h30, acontece a oficina Bateroterapia, com Gus Conde. A atividade tem como objetivo uma melhoria geral na expansão de coordenação e habilidade motora, cognição mental, criatividade e inteligência, entendimento musical e percussivo e também movimentos corporais com conotação fisioterapêutica e lúdica, alcançados por meio de exercícios rítmicos.

Às 13h acontece a segunda atividade ligada ao festival, a 1ª Sessão: Direção Docs Sobre Mulheres, com Muriel Alves. Essa sessão traz 4 filmes documentais de mulheres retratando personagens femininas. São filmes de ouvir, para se conectar com esses universos. Após as exibições, Muriel Alves fará um bate papo sobre a sessão. Serão apresentados os filmes, Corpo Feminino, de Thais Fernandes (RS), 20’; Motriz, de Tais Amordivino (MG, BA), 15’; Nomes que Importam, de Muriel Alves (RJ), 15’ e Que Som Tem a Distância, Marcela Schild (RS), 15’.

Às 14h30 acontece a Construção de Clavas Para Batalha Campal. Os participantes aprenderão os fundamentos da estrutura e da construção de uma clava, o equipamento básico utilizado em batalhas campais. Ao final da oficina, cada participante levará a clava que construiu.

Mais tarde, às 15h30 ocorre a 2ª Sessão: Fotografia Potência da Fotografia na Periferia, com Fabio Rodrigo. Essa sessão traz 4 filmes documentais que enfatizam a valorização do cinema periférico. A sessão foca o debate na fotografia e como o trabalho de câmera potencializa as dimensões desse cinema forte e importante. Após as exibições, Muriel Alves fará um bate papo sobre a sessão. Os filmes apresentados são: Eu, Minha Mãe e Wallace, Irmãos Carvalho (RJ), 22’, premiado no Festival do Cinema Brasileiro de Brasília; As Balas que Não Dei ao Meu Filho, Thiago Gomes (BA), 13’; Kairo, Fabio Rodrigo (SP), 15’ Premiado em Gramado; Estamos Todos Aqui, Rafael Melim e Chico Santos (SP), 19’.
Finalizando as atividades do dia, às 16h, tem Atitude Negritude, com a DJ Maah Fernandes (discotecagem), Chorão (grafite) e Jeff (dança de rua). A trilha que embala a discotecagem deste encontro é referenciada nos sons de matriz africana espalhados pelo mundo. Soul, funk, jazz, samba e jongo, entre outras vertentes musicais, compõem a paisagem sonora. Enquanto rola o som, o grafiteiro Chorão vai criar, ao vivo, uma obra referenciada na africanidade. O espaço também terá intervenções de dança de rua e de rap.